31 de dezembro de 2010

2010, beijo me liga

E 2010 tá indo embora hein?
Eita ano que foi... DEZ!
Tô fazendo este post pra me despedir mesmo do ano, que veio como um furacão em minha vida.
Sim... este é um post de cunho bem pessoal.
E feito bem rapidinho, já que estou aqui, digitando, no meio da festa da virada.






2010 foi o ano que consolidou muitas das mudanças em minha vida começadas em 2009.
Em 2009 saí de casa, fui morar sozinho, fiz novas amizades, conheci novas realidades.
Em 2010 tudo isso tomou força, criei e estreitei muitos laços.
Fiz burrada também, e como fiz!
Com as minhas próprias mãos abri feridas irreparáveis, por minha culpa, minha tão grande culpa, muita coisa não voltou a ser como era em 2009.
Fiz de tudo para aprender com meus erros, e posso dizer, com confiança, que hoje sou uma pessoa diferente.


Diferente... já devem ter percebido que adoro essa palavra.
Comentei com vocês a respeito da recente entrevista de emprego de que participei, e nessa entrevista, pediram que eu me resumisse em uma palavra, escolhi a palavra "busca".
Faz todo o sentido, busquei e consegui muito do que almejei este ano, estou muito feliz com todas as mudanças que operei.


E no ano de 2010 dei o start nessa bagaça aqui né?
Resolvi realizar o sonho do blog próprio.
Este é o post de nº 69 (significa?), desde o fim de fevereiro, venho dando meu pitaco, desenvolvendo minha escrita, fazendo contatos, me expressando por meio deste blog. Até pra entrevista fui convidado devido ao blog haha


Profissionalmente falando, o ano de 2010 foi também especial, larguei a vida da contabilidade e me tornei professor de inglês, coisa que jamais havia imaginado fazer e simplesmente amei. Estou muito feliz com a mudança, dar aulas é sensacional.


E ainda tem a faculdade né?
Comecei o curso de Publicidade e Propaganda, dois períodos nos quais bastante coisa aconteceu. Através do curso cresci como estudante e como pessoa.
Graças às aulas de Redação na Comunicação, à professora Edna, ao Lucas Eggert e muitos outros amigos que fiz por lá, hoje sou uma pessoa diferente, com ideias e visão aprimoradas.



 Enfim...
2010, beijo me liga!

25 de dezembro de 2010

Animações

Minha lista de filmes que perdi e os quais ainda devo assistir é enorme. Vai de clássicos como a Série Hannibal a alguns mais recentes como A Rede Social (é, eu ainda não o assisti #vergonha).
Mês passado resolvi me pôr em dias com animações.
Seguindo a dica que Fernando Duarte cantou aqui no blog há um tempo - a propósito, você se lembra de Fernando Duarte, não é mesmo? O autor do antigo Blog da Marianna e da Claudinha, hoje Mariana e a Juventude Perigosa. O blog já foi tema de post aqui - assisti O Fantástico Sr. Raposo (The Fantastic Mr. Fox), animação que estreou aqui no Brasil no fim do ano passado.
Animação é coisa pra criança?
Peço que reveja seus conceitos. Ultimamente várias animações com temática mais adulta e menos infantil chegaram aos cinemas. E a animação O Fanstástico Sr. Raposo é uma dessas produções.
Diferente! É isso o que eu poderia dizer sobre o filme. Um roteiro cheio de sutilezas e um humor certas vezes negro dão a graça à animação. O mais legal aqui é uma produção meio propositalmente mal feita - mal feita neste caso significa: fora dos padrões. Você poderá notar a diferença no trailer, logo mais abaixo.
Fantásticas também são as atuações de George Clooney e Meryl Streep, que juntos com uma direção perfeita dão vida (mais necessariamente voz) aos personagens principais, sarcásticos, críveis, vou repetir, fantásticos!
Então tá aí, uma ótima animação, aventura, humor e drama também na história deste raposo esperto!



Assisti também Mary & Max - Uma Amizade Diferente (Mary & Max), filme sobre o qual já postei aqui no blog, dizendo que havia me chamado a atenção antes de sua estreia, mas que só fui conferir por agora.
Você ainda acha que animação é coisa para crianças?
Com Mary & Max esse tabu vai ao chão. O filme definitivamente não foi feito para crianças.
Prepare o lenço para chorar muito ao assistir esse drama.
A história de dois correspondentes improváveis: Mary, uma garota australiana de 8 anos (dublada pela sempre perfeita Toni Colette) vive uma triste vida ao lado de uma mãe alcóolatra e um pai ausente; Max, um americano de 44 anos, ateu, com sérios problemas mentais, extremamente descrente de sua vida. A partir do momento em que os dois entram em contato, muitas mudanças passam a acontecer em suas histórias. A estética do filme é um show à parte e passa uma atmosfera de depressão, agonia, tristeza... caso esteja para baixo, vá assistir outro filme, este definitivamente é um filme que te deixará ainda mais na fossa.
Excelente produção, indico muito!







E este todo mundo já conhece, nem preciso me prolongar. Up - Altas Aventuras (Up), essa sim uma animação infantil, é um filme especialmente emocionante. Diversão garantida para todas as idades, ouso dizer que talvez tenha sido a melhor animação infantil que assisti. Ri, chorei, me diverti horrores com a produção. Caso ainda não o tenha assistido corra à locadora mais próxima e prepara-se para bons momentos ao lado de personagens extremamente cativantes!





Por enquanto é isso, aos poucos vou ficando em dias com esse monte de filmes atrasados. Dentre as animações que tenho que assistir estão De Onde Vem Os Monstros, Como Treinar Seu Dragão e Madagascar 2. Até lá!

24 de dezembro de 2010

Mais Séries - Internacionais

Já falei de Desperate Housewives, a queridinha desse blogueiro; e também de A Cura e de Clandestinos, produções nacionais. Agora é a hora de falar das séries internacionais que assisti em 2010.
E o grande buzz do ano ficou por conta de The Walking Dead, série curtinha, de apenas seis episódios, mas que (ai-que-clichê) balançou as estruturas mundiais.
Antes mesmo de sua estreia, dezenas de fotos da produção já rodavam pela net, a cada semana a audiência da série subia exponencialmente.

A série foi a grande revelação do ano garantindo várias indicações ao Globo de Ouro. E já é certa a produção de uma segunda temporada, dessa vez com treze episódios.
O interessante da série é que ela abordou o tema zumbis sem se ater apenas a seres em busca de miolos, ela abordou o outro lado, o lado dos sobreviventes da tragédia.
Acompanhar o grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick em seus dramas pessoais enquanto fugiam dos "walkers" foi uma experiência diferente do que temos em outras produções do gênero.
Embora eu ainda ache que o buzz foi exagerado, a série entregou um trabalho de qualidade. E que venha a segunda temporada, só tem outubro de 2011.
É... é isso mesmo, só no terceiro trimestre de 2011 vamos saber qual foi a fofoquinha sussurrada no ouvido de Rick! Será um segredo que pode salvar o mundo? Será a verdade sobre a esposa do médico, o que será que ela o deixou incumbido de fazer, a ponto que ele desistisse de cometer suicídio por tanto tempo? Várias pontas soltas...

E só esse ano comecei a acompanhar Glee.
Todo o buzz sobre essa série, que sempre foi destaque em blogs e no Twitter, me chamou a atenção e resolvi tentar.
Pra que...? Pra me viciar!
"Ahh... mas que coisinha fútil, um bando de adolescentes que ficam cantando o tempo todo, e um roteiro fraquinho e juvenil."
Olha... o que torna Glee diferente de outros musicais juvenis é que os personagens não saem cantando assim, do nada, para expressar seus sentimentos. Cantam no coral, há todo um contexto - vez ou outra algumas intervenções na realidade acontecem, não gosto disso, mas é raro.
O roteiro é bobinho - Onde um garoto de 16 anos vai achar que engravidou a namorada sem ter feito sexo hoje em dia? E onde um homem cai no golpe da barriga falsa? - mas é divertido. Sabe aquele tempinho que você quer pra ver uma história e só se divertir, sem ter que pensar na veracidade das informações? Então, Glee é perfeito pra isso.
A série é bem produzida, o pessoal canta pra caramba, é cheia de participações especiais, e é o assunto do momento né?
Mas também temos que apontar umas coisinhas, DEZESSEIS ANOS? Aham Cláudia, senta ali, eles realmente querem que a gente acredite que esses atores representam jovens de dezesseis ou dezessete anos?
E eu confesso, eu aaaaamo a Sue Sylvester.
A personagem - que era para ter apenas uma participação mínima - acaba roubando todas as cenas em que participa com o seu egoísmo. A verdade é que todas as pessoas gostariam de ter a liberdade de ser Sue por um dia.


E algo tem que ser dito, por várias vezes as performances dos corais da série são superiores às versões originais das músicas.
Como nesse caso de Teenage Dream, que chegou a primeiro lugar na Billboard.



É legal que a série aborde vários temas importantes para os jovens de hoje em dia, dentre eles o bullying nas escolas, representado pelo personagem gay, Kurt. Que chegou a ter que trocar de escola para não mais ser importunado por um 'machão' - que na verdade é um gay enrustido. Afinal, com uma linguagem jovem a mensagem é enviada direta ao público alvo.
Por fim, digo que Glee também está em um intervalo para o fim do ano e só volta em fevereiro.


E eu ainda tenho o fim do ano para conferir algumas séries, vou começar a assistir Dexter, e continuar Mad Men, também vou começar a assistir a comédia Modern Family, mais algumas pra classificação - vícios! E em abril volta outra das minhas queridinhas, United States of Tara em sua terceira temporada.

23 de dezembro de 2010

Mais séries - Nacionais

Mas nem só de Desperate Housewives tenho vivido recentemente. No segundo semestre de 2010 também assisti algumas outras atrações.
Clandestinos - O Sonho Começou foi o que de melhor rolou na telinha da Globo, a série que abordava o sonho de aspirantes a atores que vão para o Rio de Janeiro em busca de um lugar ao sol me encantou desde o primeiro episódio. Numa interessante mistura de vida real e ficção, a série fez bonito ao longo de seus poucos episódios. A dinâmica escolhida pelo diretor João Falcão deu movimento à  trama. Mas a série pecou em resumir a apresentação final a míseros dois minutos. Foi triste esperar todos os episódios e só ver aquilo.
Segundo Patricia Kogut, a Rede Globo já prolongou o contrato com os atores da série e encomendou a João Falcão um novo projeto com eles. Fico na expectativa. Só espero que não aconteça o mesmo que aconteceu com Som & Fúria, cuja segunda temporada fiquei esperando, esperando e... nada!
Ainda sobre Clandestinos, mais uma vez a Globo censurou o tal beijo gay. Desde antes de a série estrear a mídia já apontava o acontecimento e na hora H... mudança de cena. Um telespectador que não soubesse do tal beijo sequer imaginaria que ele rolou. Mas me diz... qual o problema num simples beijo? Já passou da hora dele acontecer, mas vai entender esse país. Engraçado que no último episódio de Afinal o que querem as mulheres, houve um selinho lésbico.
Segundo a direção da Globo, o fio condutor do episódio era amizade entre os personagens e eles se sentiram na liberdade de editar a cena do beijo, tá né! Mas como o beijo foi gravado, ele caiu na grande rede. Dá uma conferida na cena aqui embaixo e diz se havia algum motivo para a não exibição dele.




Enfim... além de Clandestinos, a Globo exibiu A Cura, excelente série - que inclusive ganhou um prêmio de melhor série nacional do ano de 2010 - que promete voltar no ano que vem, já que terminou a primeira temporada com muito suspense e pontas soltas.
Torço muito para que isso aconteça, afinal João Emanuel Carneiro só volta com uma novela em 2012, não podemos ficar sem ver suas tramas na telinha.

22 de dezembro de 2010

Desperate Housewives, seguindo...

E a Sétima Temporada de minha série preferida, Desperate Housewives, dá uma paradinha de algumas semanas devido aos feriados de fim ano.
Chato isso né, mas fazer o que? Esperar... esperar para saber o que vai acontecer após esse último episódio cheio de acontecimentos.
E a série segue pegando fogo... sabe o que é melhor em Desperate? O fato de que os roteiristas não embromam o telespectador! Parei para reler o post que fiz pouco antes da estreia apontando os mistérios que esta série traria. E todos eles foram revelados em menos de dez episódios.
A série costuma ter em média 23 episódios por temporada, e nesses dez primeiros já revelou um bocado de segredos, trouxe novas dúvidas à tona, enfim... movimento foi o que não faltou.
Vamos aos fatos?
Nem suspense rolou, logo de cara ficamos sabendo que Juanita foi trocada na maternidade, ela na verdade é filha de um casal de imigrantes mexicanos que está ilegalmente no país. Nem precisaria ser feito um exame de DNA, Grace definitivamente é filha de Gabby. Fico imaginando quão divertido seria caso essa troca não houvesse acontecido - embora adore Juanita. No último episódio, com Juanita descobrindo a verdade sobre Grace, a história segue um caminho diferente. Gabby já sofreu a descoberta da troca, o encontro com a filha verdadeira, a dor de ama-la a distância, e a sufocante dor da separação... agora terá que se pôr em dias com Juanita.
E o que dizer de Paul Young?
O personagem voltou com sede de vingança e já tocou o terror na vizinhança botando em prática o seu plano. O que ele não sabe é que sua nova esposa, Beth, também tem um plano para ele. Quando eu soube que Beth era filha de Felícia me senti muito estúpido por não ter pensado nisso.
A pergunta é... quem matou Paul Young?
O que Beth fará agora? Ela já estava se apaixonando por Paul, sua mãe quer se vingar de sua inocência, irá Beth se vingar pela morte do marido? Acho improvável que ela o tenha assassinado.
Lynette (minha querida Lynette) está às voltas com sua família. Como sempre trazendo humor e drama à série. A atuação de Felicity Huffman no último episódio foi de gritar "Emmy nela!" A situação vai ficar ainda mais preta para seu lado quando descobrir que Tom teve um caso com Renée no passado e que ela ainda o ama perdidamente e graças aos conselhos de  Susan - pobre Susan que como sempre fez tudo errado, mas com boas intenções - irá investir fundo nos seus sentimentos.
Renée não fez muita diferença na trama, mas quem não morreu de rir na cena em que ela mostra sua fobia com anões? Chorei de rir!
Susan... mais uma vez, e agora literalmente, pobre Susan.
Às voltas com sua situação econômica, mesmo morando em outro bairro, continua ativa na vida dos moradores de Wisteria Lane. Nessa temporada bastante coisa já aconteceu com ela, arrumou um bico se exibindo em um site erótico, agora ataca de babá e já entrou em conflito com sua patroa Lynette e sua sócia, Renée. Fora a perseguição de (Deus o tenha) Paul Young a chantageando e louco para comprar sua casa.
Bree e sua vida amorosa. Agora enrolada com Keith, o bonitão anos mais jovem que ela e seu pai, coroa tarado. Vários momentos dramáticos vieram da personagem, mas a história de sua menopausa foi motivo de muitas risadas. [OFF - O que Marcia Cross faz para ficar cada vez mais linda? Em sete temporadas, a atriz aparece mais jovem e radiante, linda!]
Ainda tem Bob e Lee, o casal terminou o relacionamento na sexta temporada, mas graças a Gabby e seu medo de perder o marido nas garras de Bob, os dois reataram. O que a vizinhança fará com Lee após descobrirem que ele vendeu sua casa a Paul, aliás, terá sido Lee quem matou Paul?

Ai Ai...
Tanta coisa já aconteceu nesses dez episódios, já ri e chorei pra caramba!
Ainda temos 13 para 2011... aguardo ansiosamente o desenrolar dessa história!

20 de dezembro de 2010

O #fail da Tim: Bloqueia Véio

Esperto aquele que inventou o ditado "Quando a esmola é grande, até o santo desconfia."
Se você está inserido nas redes sociais, provavelmente deve ter ouvido falar do plano Tim Beta. Ou melhor, deve ter ouvido falar do aplicativo Bloqueia Véio da Tim disponível no Facebook e no Orkut.
Funciona da seguinte maneira: você faz o jogo no aplicativo, desafia seus amigos a fazerem também. Caso consiga que oito amigos atendam o desafio, você ganha seis chips cadastrados no novo plano da Tim, o Tim Beta.
E o plano é tipo, uma maravilha, você fala de Tim para Tim em qualquer estado do Brasil a R$ 0,10 ao dia. Manda SMS pelo mesmo valor e tem acesso gratuito às redes sociais Orkut, Facebook, Twitter e ao MSN pelo Wap da Tim.
Delicinha né?

Enchi a paciência de alguns amigos, e consegui que oito completassem o jogo. Alguns dias depois recebi um chip. Segundo o aplicativo, eu o ativaria e em até 5 DIAS ÚTEIS eu entraria no aplicativo e indicaria quem seriam os 5 amigos a receber os chips.
Lindo... após o prazo entrei no site e a seguinte mensagem aparecia.
Pois é, depois de mais de 20 dias continuo na mesma.
Atendimento via *144, "Fale Com A Gente" no aplicativo... nada dá certo.
Até o pessoal da área técnica entrou em contato comigo, há exatos 12 dias e disseram que se tratava de um erro no sistema que seria resolvido em 24 horas... aham cláudia, e eu sentei lá né! Sentei e esperei! NADA!
O problema é que não sou só eu, todos que vejo estão reclamando que não conseguem enviar os chips aos amigos.
E o mais legal de tudo é que a Tim (que tem um nick sugestivo no Twitter @TimTimporTimTim) ignora qualquer contato via twitter, facebook, etc.
Caso a empresa assumisse o erro em um pronunciamento e desse um prazo para solucionar, seria diferente. Mas fingir que não há nada errado, e continuar com o aplicativo ativo possibilitando que outras pessoas tenham problemas e uma má imagem da empresa definitivamente não é a melhor maneira de agir.
Um detalhe: o prazo para enviar os chips para os amigos é dia 31/12/2010. Como faz?
Enfim... Tim Beta + Bloqueia Véio, o #fail da Tim.

P.S. Enquanto escrevia o post liguei novamente para a Tim, abriram mais um protocolo para a área técnica... veremos no que vai dar.

19 de dezembro de 2010

Buried - Enterrado Vivo

Buried - Enterrado Vivo é um filme de suspense que estreou no Brasil na semana passada, no dia 12/10.
É um filme e tanto!
Paul Conroy é um motorista americano a serviço no Iraque, ele é sequestrado e enterrado vivo em um caixão. Tudo o que ele tem é um isqueiro e um celular, através do qual se comunica com o sequestrador, e deverá se comunicar com quem quer que seja para conseguir alguns milhões de dólares como resgate.
Respire para absorver o significado da próxima frase...
O filme se passa todo dentro do caixão!
Não é magnífico? O único cenário do filme é este, o caixão em que Paul está enterrado. Os outros personagens só aparecem por meio de vozes no celular.
Para conseguir que um telespectador fique uma hora e meia assistindo um filme com apenas um personagem e um cenário visíveis, tanto o diretor quanto o ator devem dar um espetáculo em suas atuações. Mas isso não é problema para Rodrigo Cortés e Ryan Reynolds. Acredite, mesmo se passando em um caixão, o filme traz reviravoltas e situações tensas ao extremo.
É um filme que eu indico!
Fica aqui abaixo o trailer.









Vamos agora discutir o final do filme.
Que agonizante a história.
Quando o fim vai se aproximando, o personagem desiste, você desiste, fim... o filme acabaria ali com o delírio de Paul na ilusão de ser salvo.
Mas não acaba! O filme segue, e a esperança do resgate eleva a tensão ao extremo, o caixão está se enchendo de areia, Paul está morrendo, o telefone toca [Atende filho da mãe! Atende! Ateeeeende!]. Dan, do outro lado da linha reacende nossas esperanças. [Corra Dan! Corra Dan! Mais rápido Dan!]

It's Mark White! Sorry Paul!
Sorry Paul!

Eu não achei o final decepcionante, imagine se o final fosse diferente, seria aquela mesma velha história de que tudo dá errado, mas no fim, no último segundo a salvação acontece. Não que seria ruim, caso Paul sobrevivesse todos comemoraríamos loucamente, mas se o filme já é diferente, por que não fazer um final diferente?
Ponto pra direção que nos pegou de surpresa! 

10 de dezembro de 2010

De Pernas Pro Ar

No dia 31 de Dezembro estreia em circuito nacional o filme De Pernas Pro Ar. E eu tive o prazer de participar da pre-estreia aqui em Goiânia, ontem mesmo, dia 09 de Dezembro.

O filme é ÓTIMO!
A última vez em que ri tanto no cinema foi com o filme "Se Beber Não Case", e isso faz um tempão viu!

"Produção nacional né, e pelo que vi antecipadamente sobre o filme, vai ser  cheio de piadinhas com conotação sexual: sexo, sexo, sexo..."
Sou fã da Ingrid Guimarães, mas tenho que confessar que foi com esse pensamento que fui assistir o filme.
Felizmente estava completamente enganado, quer dizer, há muitas piadas de conotação sexual, sim, mas há um contexto.
O filme diverte muito, superou pra caramba as minhas expectativas, dá orgulho ver uma produção deste calibre sendo produzida em terras tupiniquins.

A própria Ingrid, em um depoimento antes do início do filme, declarou seu orgulho com a produção por ser sua estreia (como protagonista) em cinemas. Fez seu papel muito bem feito, o filme é todo dela com Alice, sua pesonagem workaholic - com a qual muitas das mulheres brasileiras irão se identificar - na descoberta dos verdadeiros prazeres da vida (e do sexo).
Maria Paula também rouba a cena com Marcela, a personagem bem resolvida, interpretada bem do jeitão Maria Paula de ser.
Talvez alguns apontem os dedos e exponham alguns clichês no roteiro, algo aqui ou ali, mas gente, é comédia, o filme cumpre aquilo a que se propõe, divertir. Por vários momentos, a plateia chegava a aplaudir as tiradas do filme, alguns momentos de humor sutilíssimo bem encaixadinhos dão um tom muito especial e diferente.
Para quem viu a entrevista de Ingrid Guimarães no Programa do Jô e está achando que a cena da calcinha no jogo de futebol vai ser só um mais do mesmo (como em A Verdade Nua E Crua), prepare-se para se surpreender, é definitivamente a melhor cena do filme, não conseguia parar de rir!

Enfim... super, super MESMO indico o filme De Pernas Pro Ar para todos os leitores do blog.
Fica anotado na agenda então, dia 31/12, tá bom, no início de Janeiro né, todo mundo nos cinemas conferindo este filme que vai te deixar de pernas pro ar - de tanto rir (este blogueiro tentando fazer piada é triste! Deixo as piadas para os roteiristas do filme).

Segue abaixo o trailer - com alguns spoilers...

2 de novembro de 2010

Atividade Paranormal 2

Atividade Paranormal 2 (Paranormal Activity 2) estreou há pouco nos cinemas brasileiros, conferi hoje o filme e... bem... de princípio já  vou dizendo que gostei bem mais do que do primeiro filme.
Vou expor aqui uma crítica dizendo o que gostei e o que não gostei no filme, então... 
- Se ainda não o assistiu e não gosta de spoilers, não leia daqui pra baixo. -


Já que não achei o primeiro filme lá essas coisas como vinha sendo anunciado, me decepcionei muito com a produção. Fui assistir o segundo sem muitas expectativas.
Ok... gostei do fato de o filme mostrar o que aconteceu antes do primeiro e não optar ou por uma sequência, ou por uma história à parte.
Tudo bem que era preciso seguir a linha 'filmagem-documentário', forçaram a barra feio, essa família não tinha motivo para filmar todos os momentos de seu dia, ninguém faz da própria vida um reality show. Difícil engolir, mas fazer o quê? Um mal necessário.
Sustos... Hahahaha este filme mete mais sustos que o primeiro, há que se dizer, não sei quantas vezes pulei da poltrona do cinema por causa de uma porta que bate, uma panela que cai, um armário que abre...
Repetição é triste, usaram do mesmo artifício da cena da aranha no primeiro filme, alguém grita nos primeiros momentos do filme, você acha que o trem vai começar a pegar e era só um... bem... no caso do segundo filme eu prefiro não comentar, mas ao menos foi melhor que mostrar uma maldita aranha já que sou aracnofóbico.
Humor, isso o filme tem, a cena da "Xereca/Pussy" foi hilária! Fora várias outras cenas que fazem rir, e outros momentos bonitinhos por causa de Hunter, o bebê.
Vamos combinar que os diálogos eram sofríveis, no primeiro filme até que eram críveis, no segundo... aquela babá latina era simplesmente ridícula, e a atriz duma falta de talento sem nome.
O filme também peca pela demora para que a ação comece, leva muito até que as coisas comecem a acontecer, mas também depois que começa... eh tche tche, não param mais.
Por fim, a conexão entre o primeiro e o segundo filme teve aspectos positivos e negativos. Achei o máximo essa mistura das histórias, e a cena em que Kate assassina o cunhado e a irmã é uma das melhores. Já a história de pacto com demônio sendo descoberta facilmente pela internet... podre!

Conclusão, o filme é bom, melhor que o primeiro. Diverte, ao menos isso ele faz, não saí decepcionado do cinema, como saí ano passado. Portanto é um filme que indico.

12 de setembro de 2010

Marina And The Diamonds

Colonizadores da América do Norte, os ingleses mantém um padrão 'acima da média' digamos assim.
As séries de tv inglesas são de qualidade impecável, a publicidade britânica é super premiada e aclamada, todos concordam que o sotaque britânico é um dos mais sexys do mundo, e grandes nomes da música são nascidos lá na terra da rainha. E é de lá que vem o meu mais novo vício quando se trata de música: Marina And The Diamonds.
Marina Diamandis cujo sobrenome de origem grega (que se traduz por diamantes) deu origem ao nome da banda, chegou ao estrelato ao conquistar o segundo lugar na BBC Sound Of 2010, uma lista publicada pela BBC britânica com as revelações musicais mais promissoras do momento.
Os fãs de Jay Vaquer são os mundiças, os fãs de Lady Gaga são os little monsters, da mesma forma, os fãs de Marina são os diamantes!
Não posso fugir do clichê e dizer que Marina não é comparável a nenhum artista que eu conheça, com um forte sotaque britânico, uma voz grave e expressiva e uma postura dúbia ora menininha ora mulherão escondidas em sua face de 24 anos, Marina é a responsável pela minha recente melhor surpresa em termos musicais, ouvi pela primeira vez e daí para me apaixonar por seu trabalho foi um pulo.
Em fevereiro de 2010 a cantora lançou seu primeiro cd, The Family Jewels, algo como Joias de Família, o qual traz músicas que mesclam baladas pop e um estilo mais denso. Suas composições são melancólicas e cheias de reflexões, a propósito, Marina é a compositora de todas as 13 canções do cd que carregam uma força feminina interna e a fragilidade do ser humano.
Marina não é muito normal, mas passa longe da bizarrice (isso não é uma crítica) de Lady Gaga e Ke$ha por exemplo, a própria descreveu sua visual como vintage, cheerleader e cartoon.
Conheça mais da cantora acessando seu site www.marinaandthediamonds.com e seguindo seu perfil no Twitter @MarinasDiamonds.

Foi com Oh No! que a conheci, a balada pop de ótima sonoridade critica a sociedade em busca do sucesso sobre todas as coisas. Curte a letra.
"Não preciso de amor, não preciso de amigos, eu só estou atrás de sucesso, não preciso de uma relação"
"Porque eu sinto que sou a pior é que ajo como se fosse a melhor"
"A tv me ensinou como me sentir agora a vida real não tem mais graça"
O videoclipe da música é ótimo com uma jogada Amy Winehouse e cartoon, o pop dos melhores foi  a razão de ter me chamado tanto a atenção, e as expressões e caras e bocas de Marina são o que há de melhor no vídeo super bem dirigido.

Viva a América, o melhor lugar do mundo, o único lugar em que se pode ser feliz... é meio assim acidamente que Hollywood versa sobre essa imagem de perfeição que carrega os Estados Unidos.
A música conta a história de Anya, uma garota polonesa que foi para os States atrás do glamour.
"Rainha Americana é o sonho americano"
"Eu a perguntei 'Por que você quer ser uma esposa americana?' 'Porque eu não quero terminar morando num apartamentinho alugado em Vine (rua de má reputação em Los Angeles)"
"Hollywood infectou sua mente você quer beijar na chuva, vivendo numa cena de filme, vomitando sonhos americanos"
"Estou obcecada com essa bagunça que é a América"
O videoclipe mostra essa força que o desejo pelo American Way Of Life faz nas pessoas, e é irônico ao extremo.


Quem nunca tomou um belo porre que atire a primeira pedra! Shampain, o mais recente single da cantora tem uma melancólica composição.
"Bebendo champanhe para esquecer ontem porque me lembro o modo como terminou o dia em que fugi"
"Bebendo champanhe feito por um anjo que atende pelo nome de Gabriel Cintilante, bebendo champanhe feito de anjos, lágrimas e dor mas me sinto celestial"
"Eu me pergunto quando a noite vai atingir seu fim, o sono não é meu amigo"
"Bebendo champanhe destinado a um casamento, um brinde à noiva, um final de conto de fadas, bebendo champanhe, uma garrafa para que eu saboreie a riqueza fabricada"
O videoclipe lançado na semana passada traz Marina de porre em um cemitério junto a outras garotas mamadas, numa homenagem a Thriller de Michael Jackson o clipe é sombrio e agonizante.

Selecionei essas três músicas que são singles da cantora para apresentar o vídeo, agora algumas outras.
Já falei aqui no blog de Are You Satisfied?
"Você está satisfeito com uma vida na média?" "Ah todo mundo dizia 'A Marina é uma sonhadora'" "Não é problema meu se você não vê o que eu vejo e eu não dou a mínima se você não acredita"
Gosto também de I Am Not A Robot
"Tudo bem você dizer que tem um ponto fraco, você não precisa estar sempre no topo" "Você é vulnerável, você é adorável, você não é um robô" "Adivinha só, eu não sou um robô"
Obsessions tem a intrigante (e agonizante para o ouvinte) relação obsessiva de um casal 
"'Você não vai parar de chorar? Não consigo dormir' Num minuto sou um docinho no próximo você é uma merda" "Temos obsessões, eu quero acabar de vez com todos as ideias tristes que me vêm quando estou te abraçando, temos obsessões, tudo o que você pensa são ideias doentias envolvendo a mim e envolvendo a você"

Há ainda um vídeo de Hollywood acústica que merece seu clique. Veja aqui.
Então mais uma vez deixo o convite de visitar o site, seu canal no Youtube e conhecer mais desta incrível cantora que - desejo - ainda vai me surpreender bastante. Quem sabe você também não se torna um diamante!

2 de setembro de 2010

A Cura

João Emanuel Carneiro, este é o nome do cara.
Autor da melhor novela dos últimos tempos, A Favorita, JEC também é a mente por trás de recentes sucessos: Da Cor do Pecado e Cobras e Lagartos. Após essas duas novelas das sete, provou seu talento e conseguiu entrar no grupo dos autores das novelas do horário nobre. Sua estreia no horário das oito com A Favorita alavancou ainda mais o seu nome que já está reservado para uma nova produção em 2012.
Como 2012 ainda se aponta longe no horizonte JEC não ficou parado, durante este intervalo atuou como supervisor de texto em Cama de Gato e agora está no ar com a (micro)série A Cura. E é este o tema principal do post de hoje.
A Cura traz a junção que fez sucesso em A Favorita, João Emanuel Carneiro e Ricardo Waddington, diretor responsável pelas cenas de tensão elevada da novela. Além de contar com um elenco global de grandes nomes.
A série trouxe de volta à tv Selton Melo e trouxe à Globo Andreia Horta. Selton dispensa apresentações, é um dos maiores talentos nacionais com competência provada e comprovada com inúmeros trabalhos no cimema e na tv. Andreia Horta já fazia sucesso na tv a cabo e fez uma novela na Record, eu ouvia muito falar do sucesso da atriz mas não conhecia seu trabalho e estou deliciosamente encantando com sua atuação.
Um importante detalhe: todos os atores escalados são mineiros para dar mais veracidade à história que se passa em Diamantina, e  se posso falar, o sotaque mineiro é tão gostoso de se ouvir, especialmente quando Andreia Horta está dizendo algo.
A série é cheia de mistérios, mais uma vez JEC implica várias dúvidas no espectador nos jogando no meio de uma história sem que saibamos muito bem o que se passa. Uma personagem chave é (era) Edelweiss, interpretada por Inês Peixoto que acabou se tornando a estrela da série, a mulher considerada louca sabia de todos os segredos da cidade e sua peculiar forma de se comportar movimentou os primeiros episódios da série, mas se Edelweiss nos contasse tudo de cara não teria graça, o que JEC fez? Matou a personagem e ainda não se sabe o autor (ou autora) do crime.
A história de Silvério lá no século XVIII também esconde algumas das feridas que ainda doem na Diamantina atual.
Mais segredos estão escondidos na geração anterior da cidade, na qual Otto foi o personagem ao mesmo tempo amado e odiado por muitos.
Mistérios, segredos, dúvidas, ação e Carmo Dalla Vecchia ¬¬ estes são os ingredientes de uma boa história de João Emanuel Carneiro. Temos ainda poucos episódios à frente, cerca de 5 ou 6, aguardo ansiosamente o resto da história que me permite desfrutar do talento deste que já é o meu autor de novelas preferido.

Né?

Efeito Cubo, Efeito Cubo... cadê você?
Pois é, este blogueiro (?) que vos fala não sabe nem o que dizer a respeito da paralisia em sua falta de vontade e cuidado com o blog.
Ainda estou tendo dificuldades para encontrar o diferencial do Efeito Cubo, porque fazer mais do mesmo não tem muita graça.
Então decidi o seguinte, o blog vai seguir na ativa, mas não vou criar muitas expectativas sobre isso, não vou divulgar, vou simplesmente blogar, talvez vez ou outra consiga alguma visita. (haha)

13 de agosto de 2010

Estreias de cinema - 13 de agosto de 2010

Final de semana chegando , e excepcionalmente na sexta-feira, é hora de conferir os filmes que estreiam, pra curtir da melhor forma.

O aprendiz de feiticeiro




Do mesmo produtor de Príncipe da Pérsia : As Areias do Tempo, Força-G e Piratas do Caribe, estreia o filme de fantasia "O aprendiz de feiticeiro" que conta a história de Dave (Jay Baruchel) é apenas um estudante comum, ou assim parece, até que Balthazar Blake (Nicolas Cage), um feiticeiro experiente, o recruta como seu relutante protegido e dá a ele um curso rápido nas artes e na ciência da magia. Enquanto Blake se prepara para a batalha contra as forças ocultas em Manhattan dos dias de hoje, Dave logo entende que terá de reunir toda a sua coragem para sobreviver ao treinamento, salvar a cidade e ficar com a garota que ama.






Napoli, Napoli, Napoli.

Pra quem gosta de documentários, tem o duro olhar do diretor Abel Ferrara sobre a cidade de Nápoles abordando não só a cidade, mas também as pessoas e a cultura em um olhar profundo. São três episódios ficcionados escritos por jovens que foram ligados ao submundo do crime e que relatam as condições das prisões, a realidade das gangs, a vida das famílias. Ferrara capta as dificuldade e expectativas da burguesia e do povo numa cidade conservadora e auto-destrutiva. E mostra que poderia ser qualquer cidade com paisagens urbanas.



Destinos Ligados - Mother and Child

Com direção de Rodrigo Garcia, filho de Gabriel García Márquez , dono do Nobel de Literatura o filme traz de uma maneira bem humanística, três mulheres que vivem histórias diferentes ligadas por um único tema: a adoção. Elizabeth(Naomi Watts) é uma advogada inteligente e bem-sucedida que usa seu corpo para conseguir o que quer, e é através do seu charme que ela inicia um romance com o chefe(Samuel L. Jackson). Karen (Annette Bening) é uma profissional da saúde, muito sensível e amável, mas que esconde este seu jeito humano e vive amargurada. Isso porque ela engravidou aos 14 anos, entregou a filha Elizabeth para adoção há quase 40 anos e não supera a dor por ter tomado esta decisão. Lucy (Kerry Washington) é uma mulher casada que não consegue engravidar e resolve recorrer à adoção para ter a família que tanto deseja.
Está aí uma boa opção de dramaturgia contemporânea.



Os Mercenários - The Expendables

E enfim, chega ao Brasil o tão comentado filme de ação filmado em parte no Brasil, por Sylvester Stallone, autor das infelizes declarações que criticavam o Brasil dizendo que podia explodir o país inteiro e que ainda o agradeciam oferecendo-lhe um macaco para levar para casa. Foi o bastante pra deixar brasileiros indignados e encher o Twitter com respostas ao ator, chegando aos tópicos mais comentados do mundo, com a Tag "Cala Boca Sylvester Stallone".
Mas vamos ao filme. 'Os Mercenários' conta a história de um trio de mercenários descartáveis, enviados para se infiltrar em um país da América do Sul e lutar contra seu cruel ditador para libertar a população do local. Juntos eles possuem uma marca, a tatuagem The Expendables.
O Filme traz bons elementos de uma Ação tradicional, com muitas explosões, momentos de tensão, com perseguições de carro, e tiroteios. Nada de muitos efeitos especiais.
O elenco melhor impossível para um filme de ação , com os maiores atores do gênero, Sylvester Stallone, Jet Li, Jason Statham, Dolph Lundgren, Eric Roberts, Mickey Rourke, Terry Crews, Randy Couture, Steve Austin e ainda com a participação da nossa Gisele Itié.
Pra quem gosta de Ação, e não ficou assim tão sentido com as declarações de Stallone, vale a pena conferir.




Watercolors - Aquarela, As Cores de uma Paixão


O filme é um drama gay americano de 2008 que só agora chega ao Brasil.
O roteiro é bem clichê, Daniel é o típico garoto tímido que se dá bem com sua própria sexualidade, e Carter é nadador atlético, encrenqueiro e rebelde sem causa. Carter tem que passar um fim de semana na casa de Daniel devido a uma viagem de seus pais, e ali nasce uma relação que passa a ser mais que uma amizade.
Devem, no entanto, manter essa relação em segredo por temerem represálias por parte da sociedade.




Infelizmente, uma sexta-feira 13 sem nenhuma estreia de terror.
Não sei por que motivo a estreia de REC2 foi adiada para o dia 27 de agosto.
Portanto, programe-se e divirta-se!

12 de agosto de 2010

Meu Malvado Favorito - Despicable Me

No post sobre o filme A Origem eu disse que Christopher Nolan e Heath Ledger haviam nos presenteado com o melhor vilão de todos os tempos, o Coringa, esqueça tudo aquilo o que eu havia dito, Gru, o vilão da animação Meu Malvado Favorito (Despicable Me) é o melhor vilão ever.
Ok ok exageros à parte, o filme é diversão garantida para os baixinhos e os nem tão baixinhos assim, Gru é um vilão amoroso por assim dizer e faz jus ao título traduzido do filme, pois ele se torna nosso malvado favorito.
Afinal, Gru não é um homem mau, como diz o trailer: Não é porque ele é um homem mau, que ele tem que ser um homem mau, quer dizer, não é porque ele é um vilão que comete crimes, que ele tem que ser um homem mau, asqueroso, ele pode ser vilão e ao mesmo tempo adorável.
Vemos no filme que há razões para que ele cometa suas maldades, sua infância não foi fácil (quem conseguiria não se tornar um vilão com uma mãe daquelas?) e em seu futuro tudo o que ele tentava era fazer algo do qual sua mãe se orgulhasse.
Sua vida segue até aparecer Vetor, um novo vilão cool cheio de apetrechos eletrônicos  - humm... será que eu vi ali uma alusão a Bill Gates?  - que é considerado agora o maior vilão de todos os tempos após roubar a pirâmide do Egito. Vetor atrapalha os planos de Gru de roubar a lua e quer  tomar a autoria da ideia para si.
Para ajudar em seus planos, Gru adota três lindas garotinhas que de início apenas serviriam como distração para que conseguisse pegar de volta seu raio encolhedor tomado por Vetor. Gru, no entanto não contava com a possibilidade de se apegar às garotas.
E é possível resistir ao charme, inteligência e ousadia dessas três?
Qualquer um cairía de amores pelo trio órfão.


Outros personagens do filme são os Minions, seres estranhos e engraçadinhos, cuja origem não é explicada no filme, provavelmente vindos de outro planeta, que têm Gru como seu chefe e ídolo-mor.
Os Minions são bonitinhos, inocentes e completamente  desajeitados, são os reponsáveis por algumas das melhores cenas do filme.

Lógico que para nós, mais crescidinhos, o filme é bastante previsível, mas nem isso faz dele um filme ruim, porque nos encanta e nos faz rir.
No fim do filme, finalmente Gru consegue o orgulho de sua mãe, quando essa assume que seu filho é um ótimo pai, talvez até se saia melhor do que ela como mãe saiu. A propósito, as tiradas de sua mãe são hilárias.

O filme é maravilhoso, rende gargalhadas, é cheio de momentos bonitinhos, maaaaaaaas...
LADO B:
A dublagem feita para o português simplesmente estragou o filme, certas vezes mal dá para entender o que o personagem Gru dizia, aquele sotaque forçado me tirava do sério, ainda pior foi o que fizeram com o personagem Vetor, o garoto esperto torna-se insuportavelmente chato.
Tive que assistir o filme novamente, em seu idioma original para poder cair de amores de verdade.
E adoraria tê-lo assistido em 3D, a cena da montanha russa e as brincadeiras dos Minions ao final do filme devem ser fantásticas experiências.

Para concluir, super indico o filme, especialmente em 3D e em seu idioma original.

10 de agosto de 2010

Headphones

Então é isso meus camaradas!
A partir de agora é esse trio quem vai tocar essa bagaça!
Fiquem atentos para as próximas novidades do blog.
Já segue o nosso twitter?
Segue aí @EfeitoCubo @GuttMaia @JessicaCirino e @LucasEggert

Quer entrar em contato?
Fique à vontade para usar a área de comentários do blog ou envie um e-mail para efeitocubo@gmail.com






Headphones

Headphones é o novo quadro do blog, todas as terças, cada um do trio indica uma música que está rodando ali na tracklist dos nossos celulares, mp3's, mp4's, mp52's, Ipod's e afins.
Preparem seus headphones e curtam nossas indicações.





Are You Satisfied? - Marina and the Diamonds

Eu, Gutt, começo com a indicação da música Are You Satisfied? da banda pop inglesa Marina & The Diamonds, ultimamente é uma das músicas que mais tenho ouvido.
"Você está satisfeito com uma mediana?" este é o tema central da música onde Marina fala de si própria, todos a achavam uma ambiciosa e sonhadora, mas Marina não liga, não se satisfaz mesmo com uma vida na média e corre atrás do que quer, afinal não é problema dela se as pessoas não veem aquilo que ela vê.
A letra da música carrega uma mensagem muito legal sem falar que é ótima de ouvir com uma batidinha pop.
Deixo abaixo um vídeo, infelizmente a música não tem um clipe oficial ainda.
E caso queira conferir a letra completa, clique aqui.





Use Somebody - Pixie Lott

Já eu, Lukí , super recomendo que escutem a versão de Pixie
Lott da música "Use Somebody", gravada originalmente pela banda de rock "King of Leon" .
Curioso foi que descobri a música, pedindo meses atrás que meus seguidores do twitter me indicassem versões cover bem feitas.
Bom, para mim a interpretação dá o sentimento à letra da música, e escutando a voz rouca de Pixie cantar como se estivesse enfraquecida, você consegue sentir a melancolia da música que traz como refrão a frase : "
Você sabe que eu poderia usar alguém." referindo-se a uma suposta traição. Além disso o acústico ajuda na profundidade que a música precisa. Detalhe para o agudo em 2m37s. Tenho certeza que essa música poderá fazer parte de muitos momentos da sua vida ! letra








Where I Stood - Missy Higgins 

Eu, Jay, indico uma descoberta feita pela minha irmã, Lorrane:  Where I Stood, da cantora australiana Missy Higgins.  
Eu ouvi essa música uma vez e nunca mais consegui parar - não é exagero. A melodia, a letra, a voz da Missy... tudo faz com que a gente fique no "modo replay forever".
O meu trecho preferido da música é esse: "Por que eu não sei quem eu sou, quem eu sou sem você
Tudo o que eu sei é que eu deveria...". Meio depressivo, eu sei, mas é lindo.
Ouça as músicas dela, porque eu indico mesmo. São sempre com essa pegada meio romântica, mas, ao mesmo tempo, fortes, como Scar, outra dos sons dela.
Descubram Missy Higgins.




















Essas são as nossas dicas de hoje. Aproveitem essas três descobertas e, quando tiver sua opinião, não deixe de nos contar. Estaremos esperando. 

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