24 de dezembro de 2010

Mais Séries - Internacionais

Já falei de Desperate Housewives, a queridinha desse blogueiro; e também de A Cura e de Clandestinos, produções nacionais. Agora é a hora de falar das séries internacionais que assisti em 2010.
E o grande buzz do ano ficou por conta de The Walking Dead, série curtinha, de apenas seis episódios, mas que (ai-que-clichê) balançou as estruturas mundiais.
Antes mesmo de sua estreia, dezenas de fotos da produção já rodavam pela net, a cada semana a audiência da série subia exponencialmente.

A série foi a grande revelação do ano garantindo várias indicações ao Globo de Ouro. E já é certa a produção de uma segunda temporada, dessa vez com treze episódios.
O interessante da série é que ela abordou o tema zumbis sem se ater apenas a seres em busca de miolos, ela abordou o outro lado, o lado dos sobreviventes da tragédia.
Acompanhar o grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick em seus dramas pessoais enquanto fugiam dos "walkers" foi uma experiência diferente do que temos em outras produções do gênero.
Embora eu ainda ache que o buzz foi exagerado, a série entregou um trabalho de qualidade. E que venha a segunda temporada, só tem outubro de 2011.
É... é isso mesmo, só no terceiro trimestre de 2011 vamos saber qual foi a fofoquinha sussurrada no ouvido de Rick! Será um segredo que pode salvar o mundo? Será a verdade sobre a esposa do médico, o que será que ela o deixou incumbido de fazer, a ponto que ele desistisse de cometer suicídio por tanto tempo? Várias pontas soltas...

E só esse ano comecei a acompanhar Glee.
Todo o buzz sobre essa série, que sempre foi destaque em blogs e no Twitter, me chamou a atenção e resolvi tentar.
Pra que...? Pra me viciar!
"Ahh... mas que coisinha fútil, um bando de adolescentes que ficam cantando o tempo todo, e um roteiro fraquinho e juvenil."
Olha... o que torna Glee diferente de outros musicais juvenis é que os personagens não saem cantando assim, do nada, para expressar seus sentimentos. Cantam no coral, há todo um contexto - vez ou outra algumas intervenções na realidade acontecem, não gosto disso, mas é raro.
O roteiro é bobinho - Onde um garoto de 16 anos vai achar que engravidou a namorada sem ter feito sexo hoje em dia? E onde um homem cai no golpe da barriga falsa? - mas é divertido. Sabe aquele tempinho que você quer pra ver uma história e só se divertir, sem ter que pensar na veracidade das informações? Então, Glee é perfeito pra isso.
A série é bem produzida, o pessoal canta pra caramba, é cheia de participações especiais, e é o assunto do momento né?
Mas também temos que apontar umas coisinhas, DEZESSEIS ANOS? Aham Cláudia, senta ali, eles realmente querem que a gente acredite que esses atores representam jovens de dezesseis ou dezessete anos?
E eu confesso, eu aaaaamo a Sue Sylvester.
A personagem - que era para ter apenas uma participação mínima - acaba roubando todas as cenas em que participa com o seu egoísmo. A verdade é que todas as pessoas gostariam de ter a liberdade de ser Sue por um dia.


E algo tem que ser dito, por várias vezes as performances dos corais da série são superiores às versões originais das músicas.
Como nesse caso de Teenage Dream, que chegou a primeiro lugar na Billboard.



É legal que a série aborde vários temas importantes para os jovens de hoje em dia, dentre eles o bullying nas escolas, representado pelo personagem gay, Kurt. Que chegou a ter que trocar de escola para não mais ser importunado por um 'machão' - que na verdade é um gay enrustido. Afinal, com uma linguagem jovem a mensagem é enviada direta ao público alvo.
Por fim, digo que Glee também está em um intervalo para o fim do ano e só volta em fevereiro.


E eu ainda tenho o fim do ano para conferir algumas séries, vou começar a assistir Dexter, e continuar Mad Men, também vou começar a assistir a comédia Modern Family, mais algumas pra classificação - vícios! E em abril volta outra das minhas queridinhas, United States of Tara em sua terceira temporada.

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