18 de maio de 2011

E a Season Finale de Desperate Housewives?

1h23min55s
Foi essa a duração da Season Finale de Desperate Housewives que entregou os dois últimos episódios de uma só vez.
E a cada minuto eu desejava que aquilo não acabasse.
A SF foi ótima! Me empolgou tanto quanto o final da quarta temporada (que me fez pular da cadeira com aquele finalzinho em que Susan beijava um homem desconhecido após a passagem de cinco anos).
Na semana passada fiz um post recapitulando a sétima temporada e expressando minha expectativa para esse episódio.
A sétima temporada começou bem, perdeu forças, foi ao fundo do poço e ressurgiu das cinzas com direitos a estrelinhas douradas         -q?
As previews sempre anunciavam que o fim da sétima temporada traria uma enorme reviravolta; meu medo era o de que seria a transformação de Paul: durante seis temporadas e meia o homem era o cão em forma de gente e se transformou no mocinho arrependido e ameaçado pela doida da Felicia Tillman. Até esperava que no fim do episódio ele se engataria com uma das quatro donas de casa desesperadas - que bom que isso não aconteceu.
Mas tá né, a Susan tinha que se meter na história, salvar o mundo por acidente e proporcionar que todos vivessem felizes para sempre;
Adorei a morte inesperada de Felicia, urrei de alegria ao perceber que ela não volta mais.

Creio que pelo fato de a série ter ficado na corda bamba - sua oitava temporada, oficialmente confirmada deve estrear em meados de Setembro - os roteiristas quiseram dar um final que possibilitasse a trama respirar novos ares, não deixou muitas pontas soltas.

Gaby resolveu de vez aquele probleminha com seu padrasto estuprador e de quebra estabeleceu mais um elo entre as quatro amigas e conseguiu com que Carlos e Bree reestabelecem a amizade.

Bree terminou bem com um novo romance engatado.

Susan voltou para sua casa, depois de ter brincado de SuperWoman mais uma vez.

Renée divertiu muito nesse que pode até ter sido seu último episódio.

Mas quem merece todo o destaque é ela!
É aqui que a trama chegou ao seu ápice.
Vale lembrar que na SF da quinta temporada ela foi a causa do meu desespero, chorei muito e amaldiçoei os roteiristas pela possibilidade de seu câncer ter voltado; quando me dei conta de que era mais um bebê na fábrica desabei de alívio e de tanto rir.
Voltando à sétima temporada, é aqui que se concentra a maior virada de todas.
Alguém manda um beijo pra Felicity Huffman? Gente, como pode essa mulher existir?!
Agora Lynette Scavo está solteira. Após conseguir se tornar aquilo que sempre quis, Tom não quis mais viver sob suas garras manipuladoras; ao mesmo tempo Lynette não suportava ficar um passo atrás de Tom e se sentiu aliviada - quem não chorou nesse momento? - pelo fato de ele tê-la deixado.
O que será que vão aprontar para ela agora?
Um novo amor? Foco no seu lado profissional? Vai se tornar uma mulher amargurada agora que se conhece a fundo?

Enfim... retomando o que havia dito, o fim dessa temporada entregou à série a oportunidade de começar de um zero, sem a necessidade de se prender a muita coisa. Não será preciso um tornado, um avião, um motim, nem mesmo uma longa passagem de tempo, tá na hora de arregaçar as manguinhas e arrebentar, se conseguirem seguir a levada dessa Season Finale vão estar em um bom caminho.

E é claro que eu vou ficar de olho em cada notícia que sair sobre a Oitava Temporada, esperando ansiosamente por ela. Até lá!

11 de maio de 2011

Desperate Housewives - Fim da Sétima Temporada

Vai chegando ao fim mais uma temporada de Desperate Housewives.
E com isso vem a certeza de que a série precisa se renovar, ou melhor, pelo contrário, precisa parar de querer se renovar e simplesmente ser Desperate Housewives.
Já havia dito aqui que a série foi ótima até a quarta temporada, enfraqueceu muito na quinta, e ensaiou uma recuperação na sexta.
A sétima temporada tinha como missão levanta-la de vez, já que correu sério risco de não renovação.

Qual era a maior graça de Desperate Housewives?
Nunca embromaram o telespectador, nenhuma história tomou muito tempo para ser solucionada.
O problema da sétima temporada foi justamente exagerar nesse ponto, um fato ocorria em um episódio e praticamente no mesmo já era solucionado.
Fazer um resumo dessa temporada não seria nada fácil, a entrada da personagem Renée tão divulgada acabou sendo um tiro no pé, acredito que o público tenha criado certa rejeição, está mais para uma participação especial prolongada.
   
Junto com a entrada de novos personagens, a série trouxe de volta Paul Young, Felicia Tillman e Zach Young, este último pra quê? Pra participar em cinco minutos de cena em dois episódios, numa historiazinha difícil de engolir. E os outros dois? Só agora, no finalzinho, que está voltando a empolgar  essa vingança de Felicia - que esfriou após a descoberta de que Beth era sua filha.
E no meio dessa história, a vontade que dá é de meter a mão na Susan, deixa o povo se matar em paz mulher!
   

Minha amada Lynette está à beira da separação; agora que está com o poder nas mãos, Tom consegue viver a vida que sempre quis, tem a possibilidade de oferecer à sua família tudo o que sempre desejaram. E quem disse que Lynette algum dia desejou assumir o papel de coadjuvante no controle?
E esse detetive classudo que entrou na vida de Bree?
Essa história tá cheirando muito a final feliz de novela das 8, nos últimos momentos um bonitão aparece do nada pra se casar com a moça. Ou será que ele é mesmo gay e está usando Bree?
Falando em Bree, outra história que entrou e passou assim, num click, foi a "filho de peixe, peixinho é" ou melhor "filho de alcoólatra, alcoolatrazinho é".
E a sua história com Keith após a descoberta de um filho bastardo poderia ter rendido muito mais.
Gaby, talvez a principal vítima da falta de foco dos roteiristas viveu tantas, mas tantas histórias nessa temporada que fica difícil falar. Foi bom até que Grace se mudou para sua casa, daí a superficialidade, a brincadeira de "façamos o público chorar fácil" foi perdendo a graça. E o - já tá chato repetir - curto desenrolar da trama em que Carlos proíbe sua amizade com Bree foi digna de vergonha alheia, bobiiiiiinha.
Mas fica a pergunta: Quem é o homem esquisito do final do penúltimo episódio? Eu jurava que era uma brincadeira da série - tipo o Freddy Krueger rondava Wisteria Lane - em sua primeira aparição.
  
Fora dos quatro núcleos principais não há nenhuma história digna de nota.
   
Então tá, o pecado da sétima temporada foi querer falar demais, pecaram pelo exagero. Cheguei a desejar o cancelamento de Desperate Housewives, porque é muito triste assisti-la agonizar assim.
Maaaasss... o penúltimo episódio reacendeu aquela esperança.
E nos últimos episódios cada preview empolgava falando da Season Finale (sobre a qual falo mais abaixo) que trará - anuncia-se - uma reviravolta. A propósito, um momento curto para protesto, aquela preview trazendo uma cena de sexo entre Susan e Paul foi jogo baixo, tava na cara que aquilo não rolaria, mas acabou decepcionando minhas mínimas expectativas.
É, no próximo Domingo chega a anunciada SF, com suas duas horas; acho isso arriscado né, mas tá bom, a gente cruza os dedos e espera.
Publico abaixo a primeira preview do último episódio.





Mais um assassinato, muito drama, e muita comédia (morri de rir com a preview de Bree)... tá bom, tá bom, eu admito, sou um otimista incorrigível, quero muito assistir a SF.
Comento depois.





10 de maio de 2011

Ready To Go (Get Me Out of My Mind) - Panic! At The Disco

Ready To Go (Get Me Out of My Mind) é o segundo single do álbum Vices And Virtues, dessa que é uma das minhas bandas favoritas, Panic! At The Disco.
Na semana passada seu videoclipe oficial foi lançado. Se você já acompanhava a banda, com certeza se surpreendeu ao ver Brendon super pop com direito a coreografia!
A produção ficou bem diferente do que a banda carrega em seu histórico, mas o que é digno de nota é que nada disso ficou estranho, ficou um diferente com a cara de P!ATD.



"O vídeo é algo que é bizarramente ainda Panic! mas em uma completamente nova direção; Acho que todos vão gostar, é como, você sabe, uma tentativa de renovação de uma banda que sempre esteve disposta a novidades."          Shane Drake (diretor do vídeo)




Como já havia comentado em um post anterior, a banda está resgatando suas raízes, voltando aos bons tempos de A Fever You Can't Sweat Out, mas também aposta em novidades, e é justamente essa a mensagem que eu tiro do clipe.
Antes do lançamento do terceiro álbum, o pessoal da banda divulgou um curta The Overture - algo como A Abertura, que aborda a nova formação da banda e o fato de que não seria nada fácil seguir este novo caminho.
As locações do curta e do videoclipe de Ready To Go são as mesmas, o que reforça a conexão das mensagens.


E o que eu achei do novo álbum?
SEN-SA-CIO-NAL
Ele não é exatamente um novo A Fever... , mas consegue se aproximar dele, deixando a fase de Pretty. Odd. pra trás.
O álbum se inicia com a faixa The Ballad of Mona Lisa - o primeiro single, que já foi tema de post aqui - e termina com Nearly Witches (Ever Since We Met), uma faixa, digamos, experimental, que mistura duas canções da banda que não haviam entrado em nenhum álbum; essa consegue ser a minha preferida, especialmente por contar com um magnífico coral de crianças cantando trechos da primeira faixa, cada vez que a ouço me vem uma forte sensação que me arrepia os pelos do corpo e ainda me faz querer dançar loucamente.
Curte a faixa aí.



A propósito, há também um vídeo apresentando as crianças do coral.
Além de Nearly Witches (Ever Since We Met) e The Ballad of Mona Lisa, o álbum traz também  as excelentes Memories, Trade Mistakes, The Calendar e Sarah Smiles, dentre outras.


Valeu MUITO a pena manter as esperanças de que a banda reencontraria seu caminho.
Devo dizer que também estou gostando muito do trabalho de Shane Drake junto à banda na direção de seus vídeos.

9 de maio de 2011

Judas - Lady Gaga



A essa altura, todo ser humano ligado no mundo pop já assistiu o videoclipe de Judas, segundo single do álbum Born This Way de Lady Gaga.

Todos já viram Carla Perez Lady Gaga dançando loucamente enquanto a história de fundo se desenrolava.
Passado o momento piadinha inevitável, falemos do vídeo.




Não era exatamente o que eu estava esperando, e dessa vez eu já sabia o que esperar.
O video de Born This Way precisou de um tempo para ser deglutido e apreciado, um vídeo magnífico cheio de mensagens (não estou falando de nada subliminar) e estímulos visuais.
O mesmo não posso dizer de Judas, que vem, entrega o que propõe e pronto.
Quer dizer então que eu não gostei do vídeo? Não, eu não disse isso, só estou dizendo que esperava mais de Lady Gaga; mais especificamente esperava mais Lady Gaga na produção.
A coreografia é um show à parte, diferente, já havia babado por ela quando a cantora se apresentou no The Ellen's Show.
Pontinho para Lady Gaga por não blasfemar tanto quando se esperava; o vídeo realmente pode ser visto como uma metáfora e não como uma crítica à religião.
Engraçado, divertido, mais uma vez Lady Gaga mostra que tudo não passa de uma brincadeira, ela está ali para se divertir, entreter, é hora de dar um basta nas teorias conspiratórias, ela é uma cantora, uma fantástica e performática artista, e só.
Falando em Lady Gaga, tem musiquinha nova sendo liberada hoje à tarde;
The Edge of Glory é mais uma faixa do álbum que será lançado em duas semanas, olha a capa do single aí do lado, que linda!

Novos Tempos

Sempre gostei muito de falar sobre filmes, músicas, livros, televisão e afins; vivia dando meu pitaco no twitter e em blogs alheios, daí, há pouco mais de um ano resolvi criar o Efeito Cubo. Mais ou menos no mesmo momento em que ingressei na faculdade de Publicidade e Propaganda; o blog seria um ótimo exercício de estímulo à criatividade e à escrita.
Mas muita coisa mudou desde que comecei a postar aqui no blog.
Minha vida mudou, pessoal e profissionalmente; recentemente saí do curso de Publicidade e Propaganda e no próximo semestre vou passar a estudar Administração; 'que virada!' alguns comentaram, mas nem tanto, já que dentro de PP a parte que me atraía era mais administrativa, por assim dizer.

Enfim...
Vou manter o blog, já há dois meses não havia postagens por aqui.
Tentei mudar layout e várias coisas, mas não sou um mestre na arte de layoutar blogs, então fica assim mesmo...
Esse post é quase um Restart em tudo, só pra deixa-los a par desta mudança.
A propósito, escolhi "Novos Tempos" para título da postagem por ter sido o título de uma mensagem enviada por um professor me desejando sucesso nessa nova fase de minha vida. Portanto, estejamos todos abertos para os Novos Tempos que estão por vir.

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