11 de maio de 2011

Desperate Housewives - Fim da Sétima Temporada

Vai chegando ao fim mais uma temporada de Desperate Housewives.
E com isso vem a certeza de que a série precisa se renovar, ou melhor, pelo contrário, precisa parar de querer se renovar e simplesmente ser Desperate Housewives.
Já havia dito aqui que a série foi ótima até a quarta temporada, enfraqueceu muito na quinta, e ensaiou uma recuperação na sexta.
A sétima temporada tinha como missão levanta-la de vez, já que correu sério risco de não renovação.

Qual era a maior graça de Desperate Housewives?
Nunca embromaram o telespectador, nenhuma história tomou muito tempo para ser solucionada.
O problema da sétima temporada foi justamente exagerar nesse ponto, um fato ocorria em um episódio e praticamente no mesmo já era solucionado.
Fazer um resumo dessa temporada não seria nada fácil, a entrada da personagem Renée tão divulgada acabou sendo um tiro no pé, acredito que o público tenha criado certa rejeição, está mais para uma participação especial prolongada.
   
Junto com a entrada de novos personagens, a série trouxe de volta Paul Young, Felicia Tillman e Zach Young, este último pra quê? Pra participar em cinco minutos de cena em dois episódios, numa historiazinha difícil de engolir. E os outros dois? Só agora, no finalzinho, que está voltando a empolgar  essa vingança de Felicia - que esfriou após a descoberta de que Beth era sua filha.
E no meio dessa história, a vontade que dá é de meter a mão na Susan, deixa o povo se matar em paz mulher!
   

Minha amada Lynette está à beira da separação; agora que está com o poder nas mãos, Tom consegue viver a vida que sempre quis, tem a possibilidade de oferecer à sua família tudo o que sempre desejaram. E quem disse que Lynette algum dia desejou assumir o papel de coadjuvante no controle?
E esse detetive classudo que entrou na vida de Bree?
Essa história tá cheirando muito a final feliz de novela das 8, nos últimos momentos um bonitão aparece do nada pra se casar com a moça. Ou será que ele é mesmo gay e está usando Bree?
Falando em Bree, outra história que entrou e passou assim, num click, foi a "filho de peixe, peixinho é" ou melhor "filho de alcoólatra, alcoolatrazinho é".
E a sua história com Keith após a descoberta de um filho bastardo poderia ter rendido muito mais.
Gaby, talvez a principal vítima da falta de foco dos roteiristas viveu tantas, mas tantas histórias nessa temporada que fica difícil falar. Foi bom até que Grace se mudou para sua casa, daí a superficialidade, a brincadeira de "façamos o público chorar fácil" foi perdendo a graça. E o - já tá chato repetir - curto desenrolar da trama em que Carlos proíbe sua amizade com Bree foi digna de vergonha alheia, bobiiiiiinha.
Mas fica a pergunta: Quem é o homem esquisito do final do penúltimo episódio? Eu jurava que era uma brincadeira da série - tipo o Freddy Krueger rondava Wisteria Lane - em sua primeira aparição.
  
Fora dos quatro núcleos principais não há nenhuma história digna de nota.
   
Então tá, o pecado da sétima temporada foi querer falar demais, pecaram pelo exagero. Cheguei a desejar o cancelamento de Desperate Housewives, porque é muito triste assisti-la agonizar assim.
Maaaasss... o penúltimo episódio reacendeu aquela esperança.
E nos últimos episódios cada preview empolgava falando da Season Finale (sobre a qual falo mais abaixo) que trará - anuncia-se - uma reviravolta. A propósito, um momento curto para protesto, aquela preview trazendo uma cena de sexo entre Susan e Paul foi jogo baixo, tava na cara que aquilo não rolaria, mas acabou decepcionando minhas mínimas expectativas.
É, no próximo Domingo chega a anunciada SF, com suas duas horas; acho isso arriscado né, mas tá bom, a gente cruza os dedos e espera.
Publico abaixo a primeira preview do último episódio.





Mais um assassinato, muito drama, e muita comédia (morri de rir com a preview de Bree)... tá bom, tá bom, eu admito, sou um otimista incorrigível, quero muito assistir a SF.
Comento depois.





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